terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Partida com D&D da grow

•Partida de D&D da grow, com oráculo simples e conteúdo do próprio livro.
•Rolei 1d6 para saber quem escreve o diário. 
•Quando o personagem chega à 0 pontos de vida, ele rola 1d20, onde 1-10 ele morre, 11-19 ele vive com -1d4 em constituição e 20 ele vive sem sequelas.

~Elizabete
Após 3 dias de viagem encontramos a suposta caverna, que pelos boatos, possui uma gama de tesouros. Gastei o dinheiro que me restava comprando 2 mulas, para facilitar minha decida por essas montanhas, caso retorne com alguma riqueza para Horás.

Uma idosa portando uma espada longa e uma lanterna segue à frente, quando de repente uma criatura avança contra a outra maga que estava próxima a mim, Aneth tinha trejeitos dos povos da floresta, creio que por sua origem teve seus reflexos treinados para conseguir se esquivar. A pequenina que eu mau tinha notado arremessa uma adaga contra o monstro. À nossa frente, a idosa havia se defendido da criatura, um velho tenta golpea-la com um martelo gritando: "Tire esse bico de minha irmã! Stirge maldito" mas o ataque passa direto, fazendo ele cair. Antes que o anão que cobria a retaguarda pudesse alcançar a frente, arremesso minha adaga no stirge, que cai morto no chão.

~Aneth
Lamentável... Quando adentramos num beco, fomos encurralados por cinco besouros de fogo, Elizabete e Guldur mal tiveram tempo de reagir. A pequenina nos dizia para recuar, afirmando não haver tesouros no local, o medo me fez seguir suas palavras. Três dos besouros nos seguiram, vendo isso, desafio meu medo e conjuro um míssel que destrói um besouro. Ana, consegue se defender, mas seu irmão perece... Mas por fim, derrotamos os 3. Ainda havia esperança que algum dos que ficaram pra trás ainda estivesse vivo e Ana estava disposta a se sacrificar para salvar algum. Ela atraiu os outros besouros para uma escadaria que descia pela caverna, enquanto eu e Diara fomos com as mulas ver se havia chances de vida aos nossos companheiros. Elizabete não respirava mais, peguei seu corpo e coloquei encima da mula. Guldur estava caído com um ferimento no braço, não sei se terá recuperação. Inevitavelmente teríamos de sair da caverna e voltar para Horás. para nossa surpresa, Ana conseguiu despistar os besouros, mas sua vida não duraria muito, pois fomos cercados por um grupo de esqueletos em nossa passagem, Ana se sacrificou para liberar caminho entre os esqueletos, possibilitando nossa fuga. 
Não voltaremos mais nessa caverna, pois além de perder nossos companheiros, não encontramos nenhum vestígio de tesouros, talvez já tenham sido saqueados.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Darlene, soldado de Gondor

Jogatina usando o sistema Viagens através da terra média

Sou Darlene, soldado de Gondor. Lutava no fronte desta terrível guerra contra as hordas de Sauron, até que Derngar, meu comandante me incubiu uma mensagem, destinada à Lenwë, um líder do povo elfico.

1. Massacre no vilarejo
Passei por um vilarejo, próximo ao conflito. Estava sendo atacado por orcs, haviam poucos guerreiros no local, muitos foram enviados para outras localizações, locais mais importantes que um vilarejo, sem dúvida. A fim de evitar atraso, resolvo passar o mais veloz o possível por aquele local, mas acabo cruzando com alguns orcs, conflito foi inevitável. Depois de derrotar aquelas criaturas, prossegui a viagem com Bail, o cavalo mais veloz que já montei, deixando aquele massacre para trás.

2. Ruínas misteriosas
Estava cruzando as colinas, ouvia-se apenas o vento sendo cortado pela corrida de Bail. Quando avistei as ruínas ao longe não acreditei, eram de grande estatura seria difícil passar por aquele lugar sem que avistasse-a, não sei como não está marcada no mapa. Haviam áreas moderadamente cobertas, apropriadas para um descanso mais cômodo. O problema foi que não haviam animais para caçar, tive de me contentar com algumas frutas silvestres. Palavras estranhas eram grafadas nas pedras, seus traços finos emanavam uma luz fraca diante do luar. Dormi olhando este mesmo luar, imaginando como estaria a situação de meus companheiros.

3. Floresta perdida
Adentrei uma floresta escura, sentia a todo momento que estava sendo observada. Avistei um grupo de orcs, mas eles estavam confusos, perdidos, cederam a loucura diante da energia misteriosa daquele local. Me apressei em sair dali, o que as coisas mágicas podem fazer me trazem grande pavor.

4. Escavações anãs 
Tenho o conhecimento de uma passagem subterrânea, numa região que já fora habitada por anões. Seria um atalho para passar pelas montanhas, com maior velocidade e sigilo.
Uma névoa densa cobria o local, prosseguia o caminho tomando atenção. Me feri um pouco, pois algumas partes do túnel estavam frágeis, vez ou outra fragmentos me atingiam. 

5. Sacrifício
Prosseguia pelo túnel, a névoa atrapalhava minha visão de forma que não consegui ver a teia à minha frente, à qual sua textura restringiu à mim e ao Bail. A grande massa negra se aproxima de Bail e o ataca, injetando seu veneno. Nisso, tive tempo de romper a teia que me prendia e corri daquele lugar. Era duro abandonar um companheiro, mas tenho que cumprir minha missão, não sei se Bail viveria, e mesmo que conseguisse, seria arriscado andar com um cavalo debilitado. Hei de encontrar outra montaria no caminho.

6. Tormento da floresta mágica
Outra floresta, sentia a mesma sensação de quando passei por um terreno semelhante, será que todas florestas emanam magia? Ou será minha falta de treinamento em passar por esses lugares? Como da última vez, um grupo de orcs atravessa meu caminho, coincidência? Ou será a mística magia está brincando com minha mente? Não quero nem descobrir, só quero sair daqui.

7. Terror 
Cheguei num povoado, tive tempo de comprar suprimentos e ataduras com um mercador, comprei uma nova montaria, não lhe dei nome, o único laço que quero manter com este cavalo é o do adestramento, pois sei que meu estilo de vida demanda perdas e quero evitar sofrimento desnecessário. Sofrimento era algo evidente naquele povoado, até mesmo os comerciantes eram empobrecidos, os cavalos estavam magros, creio que seja efeito da guerra, mas não descarto influência mágica, por isso parti o mais rápido o possível.

8. Pavor de florestas 
Tive de passar por outra floresta medonha, não tive muita cautela em minha passagem, pois queria sair logo daquele lugar, por conta disso, me vi presa em outra teia pegajosa de aranha. Mas desta vez não tive tempo de cortar a teia, pois a aranha veio logo para cima de mim injetar seu veneno. Em seguida começou a me prender com sua teia, a última coisa que vi, foi outro desafortunado preso nas teias.
Não sei quanto tempo se passou, mas acordei encoberta, com minha espada consegui me liberar. O corpo da aranha estava cravado de flechas, e a teia onde o outro indivíduo estava preso agora estava desfeita.

9. À poucos passos
Já me aproximava do fim, ao longe conseguia ver a floresta em volta do rio que descia do monte onde eu descia veloz. Só mais um pouco e poderia terminar essa viagem.

10. Aliança 
Quando adentro a floresta sou interceptado por elfos, quando explico minha intenção, eles me escoltam até uma estrutura com arquitetura única, onde estava seu líder. Lenwë parecia abatido em relação do que eu ouvia sobre elfos, mas sua expressão muda quando lê a mensagem de Gondor. 

domingo, 13 de dezembro de 2020

Pesar e suspeita sobre a morte de Maria, sua estimada irmã

 Cenário: 

O arquiduque

Perfil

• Você está correspondendo com o arquiduque Godfrey, um membro poderoso da realeza, e que é

conhecido por seu comportamento sério.

• Você está escrevendo para dar suas condolências pela morte de sua irmã, Maria de

Linchester Ela faleceu uma semana atrás. Você era familiarizado com ela, tendo estado na mesma escola

quando você era jovem. Você irá relembrar o seu passado e o que vocês dois faziam quando eram crianças.


Regras de Correspondência

• cortesãos e aristocratas ganham um dado de Coração extra neste cenário.

• Você está usando um pergaminho superior nesta missiva. Ganhe um dado extra de caligrafia.


Personagem

O cortesão

Caligrafia: pobre 1d+1d

Linguagem: Médio 2d

Coração: bom 3d+1d


Habilidade: Inspiração: Ganhe +1 dado em um teste de linguagem


Pesar e suspeita sobre a morte de Maria, sua irmã

Lembro-me de conhecer Maria em minha infância, frequentávamos a mesma escola, os qualificados eruditos nos formaram, nos tornando pessoas exemplares para nosso reino, mesmo que cumprindo funções diferentes

Costumávamos nos divertir junto de outros residentes do castelo no grande rio que nutria a esplendorosa Riverton, Maria amava este lugar.

A morte de Maria não entristeceu só a mim como a todos em Riverton, ou devo dizer, quase todos, pois suspeito que há um traidor na corte, disposto de tudo para agir contra Riverton!

 O jovem Harold de Whent é um conspirador! Sei que foi o senhor que enviou este sujeito, crendo que fosse de sua confiança, mas não posso deixar de expor minhas suspeitas. Maria não simpatizava com Harold, até já pediu ao senhor arquiduque que o tirasse daqui, peço que faça algo em relação a este rapaz.

Estarei na catedral da luz, pedindo que Maria tenha uma boa passagem no céu e justiça na Terra, junto a mim estarão todos que nutrem respeito a sua irmã, espero sua presença.



pontos 10



Prólogo com Oráculo


Harold era um espião? 2-não

O arquiduque foi à catedral? 4- sim, e foi nessa situação que me convidou para visitar sua propriedade.

Harold foi punido? (vantagem pelos 10 pontos) 5- ele foi condenado à prisão, sendo inocente.

Maria enviou a carta pedindo a retirada de Harold? 1- Não, eu falsifiquei está carta pois sentia ciúmes dos dois, que estavam num relacionamento.

Teste de caligrafia: sucesso- O Arquiduque havia recebido a carta crendo que fosse de sua irmã, mas não sentiu necessidade de tirar harold do castelo. Porém serviu de prova mediante minha acusação.

A verdade, é que Maria foi assassinada a meu mando, e ninguém desconfiou disso. Depois de conseguir um culpado pela morte da irmã do arquiduque, consegui crescer dentro da corte, com um certo pesar no coração.


sábado, 12 de dezembro de 2020

Quill, um RPG de escrita de cartas/ Informe de óbito para o Sr. Anthony Winsborough

 Basicamente, o Quill é um sistema de RPG onde os testes simulam a  habilidade do personagem em escrever cartas.

Fiquei tão empolgado com esse sistema, que até criei esse blog para compartilhar as jogatinas.

Conheci pela versão traduzida postada no grupo de facebook rpg solo. O pdf do conteúdo original está à venda no drivethru rpg, na modalidade pague o quanto quiser.

Essa foi a primeira vez que joguei, fracassando miseravelmente, mas mantenho a vontade de prosseguir jogando outros perfis, que são cenários e situações diferentes usando as regras de Quill.

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Perfil: O pai

Personagem: Monge

Caligrafia: Bom 

Linguagem: Médio

Coração: Ruim

Habilidade: Afetação (+1d em testes de coração)


Perfil: O corpo do filho de um amigo foi encontrado próximo a minha casa, devo explicar o que aconteceu.

Regras de correspondência: O pai preferiria ouvir a notícia de um monge ou freira, que ganham um dado extra em linguagem. (Eu combei o tipo de personagem com o perfil, pois achei que iria jogar uma única vez e queria ter uma experiência melhor, mas não serviu de muita coisa. xD)


Informe de óbito para o sr. Anthony Winsborough


Rupert, seu querido filho foi encontrado morto próximo à minha casa .

Era forte a precipitação, afastando possíveis testemunhas, mas ainda se busca um culpado.

O rapaz foi encontrado degolado numa casa obscena, que Deus perdoe seus pecados!

O corpo já está na caixa, solicito que o retire para o enterro.

Apesar da vida em devassidão, espero que Rupert encontre a paz divina. Eu me asseguro de sepultar o defunto.


Total de pontos: -2

Consequência (menos de 5 pontos): Anthony responde de forma agressiva, me acusando de não ajudar e não me importar com Rupert, uma tremenda calúnia! Nunca mais vi ou ouvi falar desse sujeito.



 




Fiz uma assinatura de RPG. Valeu a pena?

 Fiz uma assinatura de RPG e recebi os primeiros materiais. Se trata da assinatura da Editora Universo Simulado, que já acompanho a quase 5 ...